Thursday, December 21, 2006

Saturday, December 02, 2006

Livre.

O texto abaixo foi escrito por alguém que me é muito especial, mas que prefere o anonimato.
Um abraço imenso, obrigada por saberes.
Água da lua, chora-me mais um pouco
Que não quero saber-me sozinha.
É impuro este chão, é pedra sem caminho.
Dá-me de beber que eu aconchego essa metade que escondes.

Senta-te.Tenho colo que chegue para nós,
Tempo inteiro para que sejas, aqui, a sós.
Tira o véu, nao há mal, não à arma perdida.
Há espera, ausência impedida.

Deita-te. Abre-me os braços.
Encosta o teu sentir ao meu pulsar.
Entra, deixa-me acreditar.
Livre.Podes sempre voltar.

Sobe outra vez. Ilumina.
Eu sei ver daqui. E acredito.