O texto abaixo foi escrito por alguém que me é muito especial, mas que prefere o anonimato.
Um abraço imenso, obrigada por saberes.
Água da lua, chora-me mais um pouco
Que não quero saber-me sozinha.
É impuro este chão, é pedra sem caminho.
Dá-me de beber que eu aconchego essa metade que escondes.
Senta-te.Tenho colo que chegue para nós,
Tempo inteiro para que sejas, aqui, a sós.
Tira o véu, nao há mal, não à arma perdida.
Há espera, ausência impedida.
Deita-te. Abre-me os braços.
Encosta o teu sentir ao meu pulsar.
Entra, deixa-me acreditar.
Livre.Podes sempre voltar.
Sobe outra vez. Ilumina.
Eu sei ver daqui. E acredito.
Que não quero saber-me sozinha.
É impuro este chão, é pedra sem caminho.
Dá-me de beber que eu aconchego essa metade que escondes.
Senta-te.Tenho colo que chegue para nós,
Tempo inteiro para que sejas, aqui, a sós.
Tira o véu, nao há mal, não à arma perdida.
Há espera, ausência impedida.
Deita-te. Abre-me os braços.
Encosta o teu sentir ao meu pulsar.
Entra, deixa-me acreditar.
Livre.Podes sempre voltar.
Sobe outra vez. Ilumina.
Eu sei ver daqui. E acredito.

3 comments:
"Há espera, ausência impedida (...)" há espera, está completamente perdida.. gostei mt bjnh
acredita! sempre!
:D é sempre bom vir poisar no teu blog depois de dias extenuantes...
é bom ter um colo, para nos recompor, mesmo quando ele próprio nao está recomposto...
é bom darmos o que sentimos a quem queira recebe-lo, só por receber, só por amor, seja que tipo de amor for...
é bom escrever, porque libertamo-nos...
é bom ler, porque nos encontremos...
é bom voltar aqui :)
Um beijinho*
Post a Comment